1 O único jornal desportivo que leio diariamente, excepto em circunstâncias excepcionais, é este. Não só porque aqui colaboro, mas porque A BOLA é o meu jornal desportivo desde a infância — e aquilo que mais me custa é mudar de hábitos quando não vejo razão para o fazer. Tudo o que sei, pois, sobre o acórdão do CJ li-o aqui na BOLA. E, assim sendo, não posso deixar de reclamar por ter sido necessário Pinto da Costa dizê-lo na televisão, para eu ficar a saber que o acórdão do CJ que desautorizou em toda a linha a pífia doutrina jurídica do CD e de Ricardo Costa, foi outorgado por unanimidade dos sete membros-juízes. Por unanimidade! Dos sete votantes! Acho mal que este jornal, que pela pena do José Manuel Delgado, logo no dia seguinte começou a contestar a sentença do CJ, chegando ao ponto de atribuir a demissão de Hermínio Loureiro à presumida indignação que tal sentença lhe terá causado, se tenha abstido de nos dar essa pequena-fundamental informação: que nem um só dos sete membros do CJ subscreveram a tese jurídica/desportiva de Ricardo Costa e José Manuel Delgado.terça-feira, 6 de abril de 2010
Crónica de Miguel Sousa Tavares: Para acabar de vez com os túneis
1 O único jornal desportivo que leio diariamente, excepto em circunstâncias excepcionais, é este. Não só porque aqui colaboro, mas porque A BOLA é o meu jornal desportivo desde a infância — e aquilo que mais me custa é mudar de hábitos quando não vejo razão para o fazer. Tudo o que sei, pois, sobre o acórdão do CJ li-o aqui na BOLA. E, assim sendo, não posso deixar de reclamar por ter sido necessário Pinto da Costa dizê-lo na televisão, para eu ficar a saber que o acórdão do CJ que desautorizou em toda a linha a pífia doutrina jurídica do CD e de Ricardo Costa, foi outorgado por unanimidade dos sete membros-juízes. Por unanimidade! Dos sete votantes! Acho mal que este jornal, que pela pena do José Manuel Delgado, logo no dia seguinte começou a contestar a sentença do CJ, chegando ao ponto de atribuir a demissão de Hermínio Loureiro à presumida indignação que tal sentença lhe terá causado, se tenha abstido de nos dar essa pequena-fundamental informação: que nem um só dos sete membros do CJ subscreveram a tese jurídica/desportiva de Ricardo Costa e José Manuel Delgado.i recebe 13 prémios da Society for News Design
O i volta a estar entre os melhores do mundo, a par do Expresso (19 prémios) e do Público (5 prémios)
Veja os 13 prémios que o i recebeu:
Medalhas de Prata
Photography/Multiple Photos, Project page or spread, “Nos bastidores da pornografia”
News Design/Sections, Other, “iReportagem”
Menções honrosas
Special news topics, Editor's Choice: National, Taking the measures of the prime minister
News Design/Page(s), A-Section, Lots of noise, little action: The war of words has begun
Feature design pages, Lifestyle, How do you get to the center of Lisbon?
Feature design pages, Fashion, Paris Fashion Week
News Design/Page(s), Other, The new troops come from America
Magazines, Inside features page design, You can laugh any time of the day
Magazines, Special Editions, Voluntarios
Photography/Multiple Photos, Project page or spread, Picking up a sea shell called “percebes.” One brave activity. (Nós)
Illustration, portfolio individual (The studio, Nós)
Magazines, Special Editions, 50 things we can’t live without
Miscellaneous, Mini paper
Veja aqui todos os vencedores
A SND é uma organização internacional dedicada aos profissionais que trabalham no sector do jornalismo, em particular aqueles envolvidos no design gráfico, na ilustração, infografia e web design. Foi fundada em 1979 nos Estados Unidos, tem cerca de 2600 membros em todo o mundo e realiza o concurso mundial de desenho jornalístico todos os anos.
Recorde-se que, o jornal i já tinha recebido o prémio de jornal europeu do ano. Este prémio foi criado por Norbert Küpper e contou com um júri com 14 elementos.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Este Mini nem precisava de ser giro
O maior erro desta geração Mini foi deixar-se definir pelo apuro estético e pela beleza das linhas. Porquê? Porque nesse estereótipo não cabe o Camden S, que é apaixonante sem precisar de mostrar nada. Durante os dias em que andei na rotação Lisboa-Porto (com lombas em Matosinhos e Leça da Palmeira), só rezei para que a gasolina não acabasse e a polícia não me apanhasse. O Camden gasta como um desalmado (11,5 litros aos 100) e anda como um louco (184 cavalos para 1,2 toneladas de peso). Para se ter ideia do salto quântico - e das rezas -, esta versão está para um Mini normal como um GTI está para o Golf: é um Kinder Surpresa de seis velocidades, hipervitaminado (até tem overboost!) e domado (felizmente) pelo controlo de tracção.
O Cam (afeiçoei-me, confesso) parece um kart - colado ao chão, dinamicamente perfeito, sempre nervoso. Em auto-estrada, o único senão é o ruído - há barulho a mais acima dos 100 km/h - e ao fim de duas horas e meia não há sistema de som que aguente. As passagens da caixa são perfeitas - nem demasiado curtas, nem demasiado longas - e em sete segundos o Cam já está nos 100 km/h.
Felizmente, este Kinder só tem surpresas positivas e qualquer excesso de condução segue com um ajustamento no controlo de tracção e um aviso: "oahhh, hold your horses" da missão de controlo, as vozes com sotaque britânico que vão acompanhando o condutor e alertando, de tempos a tempos, para os excessos. Em boa verdade, são elas que melhor resumem este carro: "One car, one driver, one mission." O Camden S é narcisismo puro, um brinquedo de criança atestado com 184 cavalos. Não é carro de família nem uma berlina para o fim--de-semana. Se por 34 mil euros não sonhar com isso, o resto é óptimo.
Fonte: Jornal I
Vai ao Mundial? Compre um colete à prova de facadas por 50 euros
Esta iniciativa pôs de novo sobre a mesa o debate sobre a segurança num país onde se cometem 50 assassinatos por dia.
O colete custa 50 euros e pode ser adquirido personalizado com a bandeira da sua equipa preferida ou com mensagens como “Free Hugs” (Abraços grátis) ou “Olé” (como se canta nos estádios de futebol).
Fonte: Jornal I